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1.
Medicina (B.Aires) ; 83(1): 52-58, abr. 2023. graf
Article in English | LILACS-Express | LILACS | ID: biblio-1430772

ABSTRACT

Abstract Objective: To analyze the underlying components of reduced maximal static inspiratory (MIP) and expiratory (MEP) pressures in subjects with Duchenne muscular dystrophy. Methods: Forty-three subjects were assessed based on routine pulmonary function tests. MIP and MEP were measured the subjects performed maximal expirations and inspirations using a snorkel mouthpiece. Lung volumes were measured us ing the helium dilution technique. Results: The mean age was 13 years (range, 7-20 years). Median total lung capacity (TLC) and residual volume (RV) were 78.0 (49.0-94.0) and 27.0 (19.7-30.1) of the predicted values re spectively. The RV/TLC relationship was 35.3% (28.1-47.7). Thirty-five subjects had a TLC below the lower limit of normal, while 31 had an RV/TLC ratio above the upper limit of normal. The median (IQR) MIP and MEP values were -53.0 (-65.5 to -41.8) and 58.0 (41.5-74.8) cmH2O respectively. MIP and MEP in percent of the predicted values (predicted TLC and RV) were 42.6 (33.3-50.8) and 33.7 (23.9-44.5). MIP in percent of the RV reached for Group A (7-11 years old) was higher (p 0.025) while MEP in percent of the TLC reached for Group B (12-16 years) and C (17-20 years) were higher too (0.031). Conclusions: In subjects with Duchenne muscular dystrophy, the intrinsic weakness of respiratory muscles and mechanical disadvantage lead to inadequate maximal static pressure generation. Maximal static pressures should be interpreted cautiously as they overestimate respiratory muscle weakness when compared to predicted values obtained at TLC and RV. Our results provide additional data supporting absolute values use rather than predicted values.


Resumen Objetivo: Analizar los componentes subyacentes de las presiones inspiratorias (MIP) y espiratorias (MEP) es táticas máximas reducidas en sujetos con distrofia de Duchenne (DMD). Métodos: Se evaluaron 43 pacientes mediante pruebas de función pulmonar rutinarias. MIP y MEP fueron medidas a inspiración y espiración máximas. Los volúmenes pulmonares se midieron mediante dilución de helio. Resultados: Edad media 13 años (rango 7-20 años). La capacidad pulmonar total (TLC) y el volumen residual (RV) fueron 78.0% (49.0-94.0) y 27.0% (19.7- 30.1) de los valores predichos. El RV/TLC fue de 35.3% (28.1-47.7). Treinta y cinco sujetos tenían una TLC por debajo del límite inferior de normalidad, 31 tenían una RV/TLC por encima del límite superior de la normalidad. MIP y MEP fueron -53.0 (-65.5 a -41.8) y 58.0 (41.5-74.8) cmH2O, mientras que en % de los predichos (TLC y RV predichos) fueron 42.6 (33.3-50.8) y 33.7 (23.9-44.5). MIP en % del RV alcanzado (Grupo A 7-11 años) fue mayor (p 0.025), y MEP en % de la TLC alcanzada Grupo B (12-16 años) y C (17-20 años), también fue mayor (0.031). Conclusiones: En sujetos con DMD, debilidad intrínseca de los músculos respiratorios y desventaja mecánica conducen a generación de presión estática máxima inadecuada. Las mismas deben interpretarse con cautela, ya que sobrestiman la debilidad de los músculos respiratorios si se las compara con las tablas de valores predichos obtenidos a TLC y RV. Nuestros resultados proporcionan datos adicionales que respaldan la utilización de valores absolutos en lugar de los predichos.

2.
Crit. Care Sci ; 35(1): 37-43, Jan. 2023. tab, graf
Article in English | LILACS-Express | LILACS | ID: biblio-1448072

ABSTRACT

ABSTRACT Objective: To compare the diagnostic performance of maximal expiratory pressure with maximal expiratory pressure during induced cough for predicting extubation failure within 72 hours in patients who completed a spontaneous breathing trial (SBT). Methods: The study was conducted between October 2018 and September 2019. All patients aged over 18 years admitted to the intensive care unit who required invasive mechanical ventilation for over 48 hours and successfully completed a spontaneous breathing trial were included. The maximal expiratory pressure was assessed with a unidirectional valve for 40 seconds, and verbal encouragement was given. The maximal expiratory pressure during induced cough was measured with slow instillation of 2mL of a 0.9% saline solution. The primary outcome variable was extubation failure. Results: Eighty patients were included, of which 43 (54%) were male. Twenty-two patients [27.5% (95%CI 18.9 - 38.1)] failed extubation within 72 hours. Differences were observed in the maximal expiratory pressure during induced cough between the group who failed extubation, with a median of 0cmH2O (P25-75: 0 - 90), and the group without extubation failure, with a median of 120cmH2O (P25-75: 73 - 120); p < 0.001. Conclusion: In patients who completed a spontaneous breathing trial, the maximal expiratory pressure during induced cough had a higher diagnostic performance for predicting extubation failure within 72 hours. Clinicaltrials.gov Registry:NCT04356625


RESUMO Objetivo: Comparar o desempenho diagnóstico da pressão expiratória máxima com a pressão expiratória máxima durante a tosse induzida para prever a falha na extubação em 72 horas em pacientes que completaram o teste de respiração espontânea. Métodos: O estudo foi realizado entre outubro de 2018 e setembro de 2019. Foram incluídos todos os pacientes com mais de 18 anos admitidos à unidade de terapia intensiva que necessitavam de ventilação mecânica invasiva durante mais de 48 horas e completaram com sucesso o teste de respiração espontânea. A pressão expiratória máxima foi avaliada com uma válvula unidirecional durante 40 segundos, e foi dado encorajamento verbal. A pressão expiratória máxima durante a tosse induzida foi medida com instilação lenta de 2mL de solução salina a 0,9%. A variável do desfecho primário foi a falha na extubação. Resultados: Foram incluídos 80 pacientes, dos quais 43 (54%) eram do sexo masculino. Verificou-se falha na extubação de 22 pacientes [27,5% (IC95% 18,9 - 38,1)] em 72 horas. Observou-se diferença entre a pressão expiratória máxima durante a tosse induzida do grupo com falha na extubação, com mediana de 0cmH2O (P25-75 de 0 - 90) e do grupo sem falha na extubação, com mediana de 120cmH2O (P25-75 de 73 - 120), com p < 0,001. Conclusão: Em pacientes que completaram o teste de respiração espontânea, a pressão expiratória máxima durante a tosse induzida apresentou melhor desempenho diagnóstico para prever falha na extubação em 72 horas. Registro Cliniclatrials.gov:NCT04356625

3.
Fisioter. Pesqui. (Online) ; 29(3): 291-295, jul.-set. 2022. tab
Article in Portuguese | LILACS-Express | LILACS | ID: biblio-1421482

ABSTRACT

RESUMO Pacientes oncológicos desenvolvem problemas cardíacos frequentes devido à toxidade dos quimioterápicos, com consequente impacto na capacidade funcional (CF) e na qualidade de vida (QV). O treinamento muscular inspiratório (TMI) pode ser um recurso terapêutico viável, já que estudos de causa-efeito demonstraram melhora da CF e da QV em outras populações. Contudo, seu efeito ainda não foi avaliado em pacientes cardio-oncológicos. Assim, o objetivo deste estudo foi descrever o efeito de um programa de TMI sobre a CF e a QV de uma paciente com cardiotoxicidade: LDM, com 41 anos, mulher e sedentária, que desenvolveu insuficiência cardíaca após tratamento quimioterápico. A QV foi avaliada pelo teste de Minnesota. Foram avaliados também a força muscular inspiratória dinâmica (S-Index) e o limiar glicêmico (LG) dos músculos inspiratórios. O LG foi determinado pela glicemia capilar por meio do glicosímetro digital (Accu-Chek - Roche) no menor valor da glicemia da carga correspondente ao teste muscular inspiratório incremental (TMII). A progressão da carga foi realizada a cada duas semanas. Ao final de dois meses, todos os testes foram reaplicados. No teste de Minnesota, os valores relacionados à CF, antes e após o TMI, foram de 36 vs. 8 (melhora de 78%); aos aspectos clínicos e psicológicos foram de 32 vs. 7 (melhora de 78%), a S-Index foram de 41 vs. 51cmH2O (melhora de 24%). O TMI melhorou a CF e a QV de uma paciente cardio-oncológica, configurando-se como um recurso terapêutico viável para essa população.


RESUMEN Los pacientes con cáncer desarrollan problemas cardíacos frecuentes debido a la cardiotoxicidad de la quimioterapia, con el consiguiente impacto en la capacidad funcional (FC) y la calidad de vida (CV). El entrenamiento muscular inspiratorio (IMT) puede ser un recurso terapéutico viable, ya que los estudios de causa-efecto han demostrado una mejora en la FC y la CV en otras poblaciones. Sin embargo, su efecto aún no se ha evaluado en pacientes cardio-oncológicos. Por lo tanto, el objetivo de este estudio fue describir el efecto de un programa de IMT sobre la FC y la CV de un paciente con cardiotoxicidad: LDM, 41 años, mujer y sedentaria, que desarrolló insuficiencia cardíaca después del tratamiento de quimioterapia. La CV se evaluó mediante la prueba de Minnesota. También se evaluaron la fuerza muscular inspiratoria dinámica (índice S) y el umbral glucémico (LG) de los músculos inspiratorios. El LG se determinó por glucemia capilar mediante el glucómetro digital (Accu-Chek - Roche) al valor más bajo de la carga glucélica correspondiente a la prueba muscular inspiratoria incremental (IMI). La progresión de la carga se realizó cada dos semanas. Después de dos meses, todas las pruebas se volvieron a aplicar. En la prueba de Minnesota, los valores relacionados con la FC, antes y después de THE, fueron 36 vs. 8 (78% de mejora); los aspectos clínicos y psicológicos fueron 32 vs. 7 (mejora del 78%), el índice S fue de 41 vs. 51cmH2O (mejora del 24%). El IMT mejoró la FC y la CV de un paciente cardio-oncológico, constituyendo un recurso terapéutico viable para esta población.


ABSTRACT Cancer patients develop frequent cardiac problems due to chemotherapy toxicity, which impacts functional capacity (FC) and quality of life (QoL). Inspiratory Muscle Training (IMT) may be a viable therapeutic resource since cause-effect studies have shown improvement in FC and QoL in other populations. However, its effect was not evaluated in cardio-oncology patients. The study aimed to describe the effect of an IMT program on the FC and QoL of a patient with cardiotoxicity, LDM, aged 41 years, female and, sedentary that developed heart failure after chemotherapy. The QoL was evaluated by the Minnesota test. Dynamic Inspiratory Muscle Strength (S-Index) and Glycemic Threshold (GT) of the inspiratory muscles were also evaluated. The GT was determined by capillary glycemia with a digital glucometer (Accu-Chek - Roche), at the lowest value of glycemia of the load corresponding to the Incremental Inspiratory Muscle Test (IIMT). The load progression was performed every two weeks. After two months, all tests were reapplied. In the Minnesota test, the values related to FC, pre and post IMT, were 36 v. 8 (78% improvement); the clinical and psychological aspects 32 v. 7 (78% improvement); S-Index was 41 v. 51cmH2O (24% improvement). IMT improved the FC and QoL of a cardio-oncology patient, configuring itself as a possible and viable therapeutic resource for this population.

4.
Rev. Col. Bras. Cir ; 49: e20223056, 2022. tab
Article in English | LILACS-Express | LILACS | ID: biblio-1387216

ABSTRACT

ABSTRACT Introduction: surgical treatment of obesity causes important changes in respiratory mechanics. Aim: Comparatively analyze respiratory muscle strength in post bariatric patients underwent to gastric bypass by laparotomy and laparoscopy during hospital stay. Methods: observational study with a non-randomized longitudinal design, of a quantitative character. Data were collected from 60 patients with BMI 40Kg/m2, divided in laparotomy group (n=30) and laparoscopy group (n=30). Smokers, patients with previous lung diseases and those unable to perform the exam correctly were excluded. Both groups were evaluated at immediate postoperative, first and second postoperative days with manovacuometry for respiratory muscle strength and visual analogue pain scale. Results: the sample was homogeneous in age, sex and BMI. Reduction in maximal respiratory pressures was observed after surgery for those operated on by laparotomy, no return to baseline values on discharge day on the second postoperative day. This group had also more severe pain and longer operative time. There was no difference in respiratory pressure measurements after surgery in the laparoscopy group. Conclusion: conventional bariatric surgery reduces muscle strength in the postoperative period and leads to more intense pain during hospitalization when compared to the laparoscopy group.


RESUMO Introdução: o tratamento cirúrgico da obesidade acarreta importantes alterações na mecânica respiratória. Objetivo: analisar comparativamente a força muscular respiratória em pacientes submetidos à cirurgia bariátrica do tipo bypass gástrico por laparotomia e por videolaparoscopia durante o internamento cirúrgico. Métodos: estudo observacional com delineamento longitudinal não-randomizado, de caráter quantitativo. Foram coletados dados de 60 pacientes com índice de massa corporal igual ou superior a 40Kg/m2, candidatos a cirurgia bariátrica e divididos em grupo 1, para os operados por laparotomia (n=30), e grupo 2, para os operados por videolaparoscopia (n=30). Foram excluídos os tabagistas, os pacientes incapazes de executar o exame de forma correta e os portadores de doenças pulmonares prévias. Ambos os grupos foram avaliados no pré-operatório imediato, no primeiro e no segundo dias de pós-operatório através do teste de manovacuometria para a força muscular respiratória e da escala visual analógica de dor. Resultados: a amostra foi homogênea em relação à idade, índice de massa corporal e sexo. Foi observado redução das pressões respiratórias máximas após a cirurgia para os operados por laparotomia, sem retorno aos valores basais no dia da alta hospitalar no segundo dia pósoperatório. Esse grupo também cursou com dor mais intensa e maior tempo cirúrgico. Não houve diferença das medidas de pressão respiratória após a cirurgia no grupo operado por laparoscopia. Conclusões: a cirurgia bariátrica pela via convencional reduz a força muscular respiratória no pós-operatório e cursa com dor mais intensa durante a internação cirúrgica em relação à via laparoscópica.

5.
J. bras. pneumol ; 48(1): e20210335, 2022. tab, graf
Article in English | LILACS-Express | LILACS | ID: biblio-1360538

ABSTRACT

ABSTRACT Objective: To compare maximum respiratory pressures and spirometric parameters among elderly individuals classified as having no sarcopenia, probable sarcopenia, and confirmed sarcopenia, and to test the ability of these variables to discriminate sarcopenia in a community-dwelling elderly population. Methods: This was a cross-sectional study involving 221 elderly (≥ 60 years of age) individuals of both sexes. Sarcopenia was diagnosed in accordance with the new consensus of the European Working Group on Sarcopenia in Older People. Maximum respiratory pressures and spirometry parameters were assessed. Results: The prevalences of probable sarcopenia and confirmed sarcopenia were 20.4% and 4.1%, respectively. Regardless of the sex, those with confirmed sarcopenia had significantly lower MEP than those with no sarcopenia and probable sarcopenia, whereas only males with confirmed sarcopenia presented with significantly lower MIP than did the other individuals. There was an inverse association of MIP and MEP with sarcopenia, indicating that the decrease by 1 cmH2O in these parameters increases the chance of sarcopenia by 8% and 7%, respectively. Spirometric parameters were not associated with sarcopenia. Cutoff points for MIP and MEP, respectively, were ≤ 46 cmH2O and ≤ 50 cmH2O for elderly women, whereas they were ≤ 63 cmH2O and ≤ 92 cmH2O for elderly men, and both were identified as predictors of sarcopenia (area under the ROC curve > 0.70). Conclusions: Sarcopenia was associated with lower maximum respiratory pressures, but not with spirometric parameters. Maximum respiratory pressures can be used as markers of sarcopenia in a community-dwelling elderly population regardless of the sex.


RESUMO Objetivo: Comparar as pressões respiratórias máximas e parâmetros espirométricos entre idosos classificados como sem sarcopenia, sarcopenia provável e sarcopenia confirmada e testar a capacidade dessas variáveis de discriminar sarcopenia em idosos residentes em comunidade. Métodos: Estudo transversal envolvendo 221 idosos (≥ 60 anos) de ambos os sexos. Sarcopenia foi diagnosticada de acordo com o novo consenso do Grupo de Trabalho Europeu sobre Sarcopenia em Pessoas Idosas. As pressões respiratórias máximas e parâmetros espirométricos foram avaliados. Resultados: As prevalências de sarcopenia provável e sarcopenia confirmada foram de 20,4% e 4,1%, respectivamente. Independentemente do sexo, aqueles com sarcopenia confirmada apresentaram PEmáx significativamente menor do que aqueles sem sarcopenia e provável sarcopenia, enquanto apenas os homens com sarcopenia confirmada apresentaram PImáx significativamente menor do que os outros indivíduos. Houve uma associação inversa de PImáx e PEmáx com sarcopenia, indicando que a diminuição de 1 cmH2O nesses parâmetros aumenta a chance de sarcopenia em 8% e 7%, respectivamente. Os parâmetros espirométricos não foram associados à sarcopenia. Os pontos de corte para PImáx e PEmáx, respectivamente, foram ≤ 46 cmH2O e ≤ 50 cmH2O para mulheres idosas, enquanto foram ≤ 63 cmH2O e ≤ 92 cmH2O para homens idosos, e ambas foram identificadas como preditores de sarcopenia (ASC ROC > 0,70). Conclusões: A sarcopenia associou-se a pressões respiratórias máximas mais baixas, mas não a parâmetros espirométricos. As pressões respiratórias máximas podem ser usadas como marcadores de sarcopenia em idosos residentes em comunidade, independentemente do sexo.

6.
Int. j. cardiovasc. sci. (Impr.) ; 34(6): 728-731, Nov.-Dec. 2021. tab
Article in English | LILACS-Express | LILACS | ID: biblio-1421758

ABSTRACT

Abstract Background Increasing thoracic expansion is effective at reducing blood pressure in hypertensive subjects. Yoga prescribes many respiratory techniques with a growing number of practitioners. However, very little is known whether sedentary or yoga practitioners show measurable differences in their respiratory patterns. Objective This study aims to demonstrate differences between healthy sedentary individuals and healthy yoga practitioners regarding maximal respiratory pressures and thoracic and abdominal respiratory expansibility. Methods Maximal inspiratory and expiratory pressures (MIP and MEP, respectively) were evaluated by manovacuometry, while respiratory expansion was assessed by the cirtometry of abdominal (CA), thoracic xiphoidal (CTX), and thoracic axillary (CTA) circumferences at rest (end expiratory moment) and at full inspiration in healthy sedentary individuals (SED) and yoga practitioners (YOGA). A delta derived from rest and full inspiration measures (ΔCA, ΔCTX, and ΔCTA, respectively), followed by a percentage of each item (ΔCA/CA, ΔCTX/CTX, and ΔCTA/CTA) was then calculated. Groups were compared by means of an unpaired Student's t-test, with a significance level p < 0.05. Results All respiratory expansion measures were significantly higher in in the YOGA group. A significantly higher MEP (cmH2O) was also detected in yoga practitioners: SED 89.3 ± 19.3 and YOGA 114.7 ± 24.8 ( p = 0.007), along with decreased heart rate at rest (bpm): SED 84±6 and YOGA 74±15 ( p = 0.001). Conclusions Yoga practitioners have shown greater thoracic and abdominal expansion and increased MEP, when compared to healthy sedentary individuals, as well as significantly lower heart rates at rest and body mass index (BMI). However, whether or not these findings are related to respiratory patterns is uncertain.

7.
Rev. Ciênc. Méd. Biol. (Impr.) ; 20(2): 321-326, set 29, 2021. tab
Article in English | LILACS | ID: biblio-1354620

ABSTRACT

Introdution: Chronic liver diseases are characterized by inflammatory and fibrotic lesions of the liver that cause systemic complications. These complications can negatively interfere with the respiratory muscle strength and exercise capacity of developing children and adolescents. Objectives: to compare respiratory muscle strength and exercise capacity in children and adolescents with chronic hepatopathy, using predicted values from healthy individuals of the same age. Methodology: a cross-sectional study was performed. Children and adolescents from 6 to 16 years old with chronic hepatopathies were included. For the evaluation of respiratory muscle strength, the maximal respiratory pressures were measured through manovacuometry. A six-minute walk test was used to assess exercise capacity. The Wilcoxon test was used to verify the difference between the evaluated and predicted values of the distance traveled. Results: In total, 40 subjects were analyzed; 57.5% of the subjects were female, and the subjects had a mean age of 11.68±2.82 years. In the comparison between the measured and predicted maximal respiratory pressures, a median (IQR) difference of -21,47 (33-95) cmH2O (p< 0.001) was found for the maximal inspiratory pressure, and a mean difference of 30.68±17,16 cmH2O (p< 0.001) was found for the maximal expiratory pressure. Regarding exercise capacity, the measured average distance traveled was 346.46±49.21 m, which was 185.54±63,90 m (p< 0.001) less than the predicted value. Conclusion: Children and adolescents with chronic liver disease have reduced respiratory muscle function and exercise capacity.


Introdução: as doenças hepáticas crônicas são caracterizadas por lesões inflamatórias e fibróticas do fígado que causam complicações sistêmicas. Essas complicações podem interferir negativamente na força muscular respiratória e na capacidade de exercício de crianças e adolescentes em desenvolvimento. Objetivo: comparar a força muscular respiratória e a capacidade de exercício em crianças e adolescentes com hepatopatia crônica, utilizando valores preditos de indivíduos saudáveis da mesma idade. Metodologia: trata-se de um estudo transversal. Foram incluídas crianças e adolescentes de 6 a 16 anos com hepatopatias crônicas. Para a avaliação da força muscular respiratória, as pressões respiratórias máximas foram medidas por meio da manovacuometria. Teste de caminhada de seis minutos foi usado para avaliar a capacidade de exercício. O teste de Wilcoxon foi utilizado para verificar a diferença entre os valores avaliados e previstos da distância percorrida. Resultados: no total, 40 sujeitos foram analisados; 57,5% dos sujeitos eram do sexo feminino, idade média de 11,68±2,82 anos. Na comparação entre as pressões respiratórias máximas medidas e previstas, foi encontrada diferença mediana (IQ) de -21,47 (33-95) cmH2O (p<0,001) para a pressão inspiratória máxima e diferença média de 30,68±17,16 cmH2O (p<0,001) para a pressão expiratória máxima. Em relação à capacidade de exercício, a distância média percorrida foi 346,46±49,21 m, média 185,54±63,90 m (p<0,001) inferior ao valor previsto. Conclusão: crianças e adolescentes com doença hepática crônica apresentam redução da função muscular respiratória e da capacidade de exercício.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Child , Adolescent , Chronic Disease , Walk Test , Maximal Respiratory Pressures , Liver Diseases , Cross-Sectional Studies , Statistics, Nonparametric
8.
Fisioter. Pesqui. (Online) ; 27(4): 413-422, out.-dez. 2020. tab, graf
Article in Portuguese | LILACS-Express | LILACS | ID: biblio-1180766

ABSTRACT

RESUMO O objetivo deste estudo foi correlacionar a força muscular respiratória com as medidas antropométricas e o nível de atividade física de indivíduos adultos da atenção primária. Trata-se de um estudo transversal, realizado em uma unidade básica de saúde, onde foram incluídos indivíduos de ambos os sexos e com idade superior a 18 anos. A força muscular respiratória foi analisada pela pressão inspiratória máxima (PImáx) e pressão expiratória máxima (PEmáx), por meio do manovacuômetro, onde valores pressóricos acima de 80% em relação ao predito foram considerados normais. Utilizou-se balança mecânica, estadiômetro e fita métrica para mensuração das principais medidas antropométricas: índice de massa corporal (IMC), circunferência de pescoço (CP), circunferência abdominal (CA), circunferência de quadril (CQ), relação cintura-quadril (RCQ) e o índice de adiposidade corporal (IAC). O nível de atividade física foi determinado pelo questionário internacional de atividade física (IPAQ), onde os indivíduos foram categorizados como sedentário, irregularmente ativo A, irregularmente ativo B, ativo ou muito ativo, sendo realizada também a estimativa dos equivalentes metabólicos (MET) alcançados. Foram avaliados 110 indivíduos adultos (78,1% do sexo feminino; 51,9±12,3 anos), e com porcentagem em relação ao predito (%) de PImáx de 96,3±32,4% e 98,9±27,3% de PEmáx. A %PImáx apresentou fraca correlação com o IAC (r=0,23; p=0,01) e com a CQ (r=0,20; p=0,03), e a %PEmáx com o IMC (r=0,26; p<0,01) e IAC (r=0,30; p<0,01). Não houve diferença dos valores médios de %PImáx (p=0,61) e %PEmáx (p=0,54) entre as categorias do IPAQ, além de não existirem correlações (p>0,05) com os MET estimados. Em adultos da atenção primária, a força muscular respiratória apresentou fraca correlação com IMC, CQ e IAC, porém sem correlação com o nível de atividade física.


RESUMEN El objetivo de este estudio fue correlacionar la fuerza muscular respiratoria con las medidas antropométricas y el nivel de actividad física de individuos adultos en atención primaria. Este es un estudio transversal, realizado con personas de ambos los sexos y mayores de 18 años en una unidad básica de salud. Se evaluó la presión inspiratoria máxima (PImáx.) y la presión espiratoria máxima (PEmáx.) de la fuerza muscular respiratoria mediante un manovacuómetro, en el que se consideraron normales los valores de presión superiores al 80% en relación al valor predicho. Se utilizó una balanza mecánica, estadiómetro y cinta métrica para obtener las principales medidas antropométricas: índice de masa corporal (IMC), circunferencia del cuello (CC), circunferencia abdominal (CA), circunferencia de la cadera (CCA), relación cintura-cadera (RCCA) y el índice de adiposidad corporal (IAC). El nivel de actividad física fue determinado por el Cuestionario internacional de actividad física (IPAQ), que clasifica a los individuos como sedentarios, irregularmente activos A, irregularmente activos B, activos o muy activos, y también se estimó los equivalentes metabólicos alcanzados (MET). Se evaluaron 110 individuos adultos (78,1% mujeres; 51,9±12,3 años), y con un porcentaje en relación al predicho (%) de PImáx. de 96,3±32,4% y de PEmáx de 98,9±27,3%. El %PImáx. mostró una correlación débil con el IAC (r=0,23; p=0,01) y con el CCA (r=0,20; p=0,03), y el %PEmáx. con el IMC (r=0,26; p<0,01) e IAC (r=0,30; p<0,01). No hubo diferencia en los valores medios de %PImáx. (p=0,61) y %PEmáx. (p=0,54) entre las categorías de IPAQ, además de que no existen correlaciones (p>0,05) con los MET estimados. En los adultos en la atención primaria, la fuerza muscular respiratoria mostró una correlación débil con el IMC, CCA e IAC, pero sin correlación con el nivel de actividad física.


ABSTRACT This study aimed to correlate respiratory muscle strength with anthropometric measures and physical activity level in adults in primary care. This cross-sectional study was conducted in a basic health unit with individuals of both genders aged 18 years or older. Respiratory muscle strength was analyzed by maximal inspiratory (MIP) and expiratory (MEP) pressures using a manovacuometer. Values above 80% of the predicted were considered normal. Anthropometric data was obtained using a mechanical scale, stadiometer, and measuring tape, namely: body mass index (BMI); neck (NC), waist (WC), and hip (HC) circumference; waist-to-hip ratio (WHR), and body adiposity index (BAI). Physical activity level was determined by the international physical activity questionnaire (IPAQ), where individuals were categorized into sedentary, irregularly active A, irregularly active B, active, or very active. The instrument also estimated the achieved metabolic equivalents (MET). Our study sample comprised 110 adults (78.1% female; 51.9±12.3 years) with 96.3 ± 32.4% MIP and 98.9 ± 27.3 % MEP in relation to the predicted. The %MIP showed a weak correlation with BAI (r=0.23; p=0.01) and HC (r=0.20; p=0.03), and %MEP with BMI (r=0.26; p<0, 01) and BAI (r=0.30; p<0.01). We verified no difference between the average %MIP (p=0.61) and %MEP (p=0.54) within the IPAQ categories and no correlations (p> 0.05) with the estimated MET. Respiratory muscle strength of adults in primary care showed a weak correlation with BMI, HC, and BAI, and no correlation with physical activity level.

9.
Rev. bras. cir. cardiovasc ; 35(4): 459-464, July-Aug. 2020. tab, graf
Article in English | LILACS, SES-SP | ID: biblio-1137286

ABSTRACT

Abstract Objective: To verify the concurrent validity between the inspiratory muscle strength (IMS) values obtained in static (maximal inspiratory pressure [MIP]) and dynamic (S-Index) assessments. Methods: Healthy individuals were submitted to two periods of evaluation: i) MIP, static maneuver to obtain IMS, determined by the Mueller's maneuver from residual volume (RV) until total lung capacity (TLC); ii) and S-Index, inspiration against open airway starting from RV until TLC. Both measures were performed by the same evaluator and the subjects received the same instructions. Isolated maneuvers with differences < 10% were considered as reproducible measures. Results: Data from 45 subjects (21 males) were analyzed and that showed statistical difference between MIP and S-Index values (133.5 ± 33.3 and 125.6 ± 32.2 in cmH2O, respectively), with P=0.014. Linear regression showed r2=0.54 and S-Index prediction formula = 39.8+(0.75×MIP). Pearson's correlation demonstrated a strong and significant association between the measures with r=0.74. The measurements showed good concordance evidenced by the Bland-Altman test. Conclusion: S-Index and MIP do not present similar values since they are evaluations of different events of the muscular contraction. However, they have a strong correlation and good agreement, which indicate that both are able to evaluate the IMS of healthy individuals.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Young Adult , Respiratory Muscles , Maximal Respiratory Pressures , Muscle Strength , Muscle Contraction
11.
Fisioter. Pesqui. (Online) ; 26(1): 65-70, Jan.-Mar. 2019. tab, graf
Article in Portuguese | LILACS | ID: biblio-1002013

ABSTRACT

RESUMO O objetivo desse estudo foi determinar o tempo de oclusão necessário para avaliar a pressão inspiratória máxima (PIMáx) obtida pelo método da válvula expiratória unidirecional em sujeitos sem via aérea artificial. Foram avaliados 31 sujeitos, com idade entre 18 e 60 anos. A PIMáx foi avaliada pelo método convencional (PIMáxconv) e pelo método da válvula expiratória unidirecional (PIMáxuni), sendo a ordem de avaliação definida por meio de sorteio. Para a medida da PIMáxuni, um manovacuômetro digital foi acoplado a uma válvula expiratória unidirecional e máscara orofacial por 20 segundos de oclusão. Nesse período, todos os sujeitos foram encorajados a realizar esforços inspiratórios máximos. Para definir a ótima duração da manobra, o tempo de esforço foi dividido a cada intervalo de 5 segundos (0-5s, 0-10s, 0-15s, 0-20s). Os intervalos de tempo para obtenção da PIMáxuni foram comparados por meio do teste de ANOVA One-way. Para comparação das médias dos valores de PIMáxconv e PIMáxuni, foi utilizado o teste t de Student. O nível de significância foi de 5%. A média dos valores da PIMáxconv foi de -102,5±23,9 cmH2O, enquanto que a PIMáxuni foi de -117,3±24,8 cmH2O (p<0,001). O valor absoluto máximo da PIMáxuni foi alcançado dentro do intervalo de 0-20 segundos, que foi significativamente superior ao valor absoluto máximo obtido nos primeiros 5 segundos (p=0,036). O tempo de oclusão necessário para avaliar a PIMáx pelo método da válvula expiratória unidirecional em sujeitos colaborativos sem via aérea artificial deve ser de pelo menos 20 segundos.


RESUMEN Este estudio busca determinar cuánto tiempo de oclusión es necesario para obtener la presión inspiratoria máxima (PIMáx) por medio del método de la válvula espiratoria unidireccional en individuos sin vía aérea artificial. Se evaluaron 31 sujetos de entre 18 y 60 años de edad. La PIMáx se evaluó mediante el método estándar (PIMáxest) y el método de válvula espiratoria unidireccional (PIMáxuni), siendo que el orden de evaluación se estableció por medio de un sorteo. Para el PIMáxuni, un manovacuómetro digital se ha conectado a una válvula espiratoria unidireccional y una máscara orofacial durante 20 segundos de oclusión. Durante este período, se alentó a los individuos a hacer esfuerzos respiratorios máximos. Para definir la óptima duración de la maniobra, el tiempo de esfuerzo se dividió en intervalos de cinco segundos (0-5s, 0-10s, 0-15s, 0-20s). Los intervalos del tiempo para el PIMáxuni se compararon mediante la prueba ANOVA one-way. Las medias de los valores de PIMáxest y de PIMáxuni se compararon mediante la prueba pareada t de Student. El nivel de significancia se estableció en el 5%. La media de los valores de PIMáxest (-102,5±23,9 cmH2O) presentó una diferencia estadísticamente significativa en comparación con la media de los valores de PIMáxuni (-117,3±24,8 cmH2O, p<0,001). El valor absoluto máximo obtenido de PIMáxuni estaba dentro del intervalo de 0-20 segundos, que fue significativamente superior del valor absoluto máximo durante los primeros 5 segundos (p=0,036). El tiempo de oclusión necesario para registrar la PIMáx por el método de válvula espiratoria unidireccional en individuos colaborativos sin vía aérea artificial debe ser de al menos 20 segundos.


ABSTRACT The aim of this study was to determine how much occlusion time is necessary to obtain maximal inspiratory pressure (MIP) by the unidirectional expiratory valve method in subjects without artificial airway. Thirty-one subjects aged 18-60 years were evaluated. MIP was evaluated by the standard method (MIPstan) and by the unidirectional expiratory valve method MIPuni, with the order of evaluation determined randomly by lot. For MIPuni measurement, a digital vacuum manometer was attached to a unidirectional expiratory valve and an orofacial mask for 20 seconds of occlusion. During this period, all subjects were encouraged to make maximal respiratory efforts. To define the optimum duration of the maneuver, the 20 seconds of effort were partitioned at every five-second interval (0-5s, 0-10s, 0-15s, 0-20s). The time intervals for obtaining MIPuni were compared with the one-way ANOVA test. The mean values of the standard method and the unidirectional expiratory valve method were compared using the paired Student's t-test. The significance level was established at 5%. The mean values for the MIPstan (-102.5±23.9 cmH2O) presented a statistically significant difference as compared to the mean values for MIPuni (-117.3±24.8 cmH2O; p<0.001). Maximal peak values for MIPuni were achieved within the 20-second time window, which differed significantly from the peak values obtained during the first five seconds (p=0.036). The occlusion time necessary to record MIP by the unidirectional expiratory valve method in collaborative subjects without artificial airway should be of at least 20 seconds.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adolescent , Adult , Middle Aged , Respiratory Muscles/physiology , Muscle Strength/physiology , Maximal Respiratory Pressures/methods , Respiration, Artificial/instrumentation , Respiration, Artificial/methods , Respiratory Function Tests/methods , Cross-Sectional Studies , Physical Therapy Modalities , Maximal Respiratory Pressures/instrumentation
12.
Rev. bras. cancerol ; 65(4)20191216.
Article in English | LILACS | ID: biblio-1049170

ABSTRACT

Introduction: Postoperative radiotherapy is widely used to reduce risks of locoregional recurrence of breast cancer. However, the radiation of the thoracic structures involves risks, especially to the lungs. Objective: To study the Maximal Respiratory Pressures (MRP) after exposure to breast radiotherapy in women. Method: Prospective observational study conducted at the Alfredo Abrão Cancer Hospital in Campo Grande, State of Mato Grosso do Sul ­ MS. The study sample consisted of women (n = 8) exposed to breast radiotherapy after quadrantectomy surgery. Respiratory muscle strength was assessed through Maximal Inspiratory Pressure (MIP) and Maximal Expiratory Pressure (MEP) using a portable device called manovacuometer. The exam was performed before the 1st session of radiotherapy and after the 25th session corresponding to the last day of radiotherapy treatment. It were also evaluated the weight and height to measure the body mass index (BMI), clinical respiratory symptoms of dyspnea using the Medical Research Council Dyspnea Scale and characterization of cough with the Common Lung Toxicity Criteria according to the clinical pneumonitis classification. Results: MIP values were 95.90 ± 23.86 and 81.20 ± 23.12 (mean ± standard deviation p = 0.035) in relation to the ideal percentage, characterizing a significant decrease when comparing before and after breast radiotherapy exposure. It was observed level of significance of p<0.05, t-student and paired test were applied. Conclusion: The study of MRP before and after exposure to breast radiotherapy showed a significant decrease in MIP.


Introdução: No câncer de mama, a radioterapia pós-operatória é amplamente usada para reduzir a incidência de recorrência local da doença. Entretanto, a irradiação das estruturas torácicas implica riscos, especialmente para os pulmões. Objetivo: Estudar as pressões respiratórias máximas (PRM) após exposição à radioterapia de mama em mulheres. Método: Estudo prospectivo observacional realizado no Hospital de Câncer Alfredo Abrão em Campo Grande, Estado de Mato Grosso do Sul ­ MS. A amostra deste estudo foi composta por mulheres (n = 8) expostas à radioterapia de mama após cirurgia de quadrantectomia. Avaliou-se a força dos músculos respiratórios por meio da pressão inspiratória máxima (Pimáx) e da pressão expiratória máxima (Pemáx), utilizando-se do aparelho portátil denominado manovacuômetro. O exame foi realizado antes da primeira sessão de radioterapia e após a 25ª sessão, correspondendo ao último dia de tratamento radioterápico. Também foram avaliados o peso e a altura para medir o índice de massa corporal, os sintomas respiratórios clínicos de dispneia com o uso da Escala de Dispneia Medical Research Council e a caracterização de tosse com os Critérios Comuns de Toxicidade Pulmonar, em classificação da pneumonite clínica. Resultados: Os valores da Pimáx resultaram em 95,90 ± 23,86 e 81,20 ± 23,12 (média ± desvio padrão da média ­ p = 0,035) em relação ao percentual ideal, caracterizando diminuição significativa ao se comparar antes e após a exposição à radioterapia. Observou-se nível de significância de p<0,05, teste t-student e pareado. Conclusão: O estudo das PRM antes e após a exposição à radioterapia de mama evidenciou diminuição significativa da Pimáx.


Introducción: En el cáncer de mama, la radioterapia postoperatoria se usa ampliamente para reducir los riesgos de recurrencia locorregional de la enfermedad. Sin embargo, la radiación de las estructuras torácicas implica riesgos, especialmente para los pulmones. Objetivo: Estudiar las presiones respiratorias máximas (PRM) después de la exposición a la radioterapia de mama en mujeres. Método: Estudio observacional prospectivo realizado en el Hospital de Cáncer "Alfredo Abrão" en Campo Grande ­ MS. La muestra del estudio consistió en mujeres (n = 8) expuestas a radioterapia de mama después de una cirugía de cuadrantectomía. La fuerza muscular respiratoria se evaluó a través de la presión inspiratoria máxima (MIP) y la presión espiratoria máxima (MEP), utilizando un dispositivo portátil llamado manovacuómetro. El examen se realizó antes de la 1ª sesión de radioterapia y después de la 25ª sesión correspondiente al último día de tratamiento de radioterapia. También fueron evaluados el peso y la altura para calcular el índice de masa corporal; los síntomas clínicos de disnea respiratoria utilizando la Escala de disnea del "Medical Research Council", y la caracterización de la tos con los criterios comunes de toxicidad pulmonar según la clasificación de neumonitis clínica. Resultados: Los valores de MIP fueron de 95,90 ± 23,86 y 81,20 ± 23,12 en relación con el porcentaje ideal, caracterizando una disminución significativa (media ± desviación estándar de la media - p = 0,035) al comparar el antes y el después de la exposición a radioterapia mamaria. Se observó nivel de significancia de p <0,05, se aplicó t-student y prueba pareada. Conclusión: El estudio de PRM, antes y después de la exposición a radioterapia de mama, mostró una disminución significativa en la MIP.


Subject(s)
Humans , Female , Middle Aged , Respiratory Muscles/radiation effects , Breast Neoplasms/radiotherapy , Maximal Respiratory Pressures , Prospective Studies
13.
Fisioter. Pesqui. (Online) ; 25(4): 444-451, out.-dez. 2018. tab, graf
Article in Spanish | LILACS | ID: biblio-975355

ABSTRACT

RESUMEN Este estudio pretende explorar el impacto de la experiencia clínica en la fiabilidad y consistencia de la medición de la presión inspiratoria máxima (PIM) y la capacidad inspiratoria (CI) durante el período de la entrenamiento clínico. Los 37 participantes fueron evaluados por un fisioterapeuta especializado (FE) y un fisioterapeuta novato (FN), por medio de un pletismógrafo corporal. Se utilizó el coeficiente de correlación intraclase (ICC, en inglés) para analizar la fiabilidad de las pruebas PIM y CI, mientas que para explorar las diferencias individuales se utilizaron los gráficos de Bland-Altman (gB/A). El análisis ICC en tres estudios clínicos demostró excelente fiabilidad interevaluadores (ICC 1°: 0,914; ICC 2°: 0,915; ICC 3°: 0,925) para la prueba PIM y (ICC 1 °: 0,955; ICC 2°: 0,965; ICC 3°: 0,970) para la prueba CI. Sin embargo, la correlación según gB/A entre los evaluadores reveló una tendencia sistemática con resultados absolutos más elevados para FE de 9,2 cmH2O en PIM y 0,06 L en CI, respectivamente. Los resultados demostraron que el FN tuvo habilidades técnicas y de discernimiento fiables en la prueba PIM y CI, pero los pacientes suelen mejorar el rendimiento con un evaluador experimentado. La experiencia del evaluador influye en los resultados obtenidos de la medición de PIM en los pacientes, la formación de un FN requiere la incorporación de más habilidades para que se reconozca su verdadero esfuerzo.


RESUMO O objetivo deste estudo foi explorar o impacto da experiência clínica na confiabilidade e concordância da medição da pressão inspiratória máxima (PIM) e da capacidade inspiratória (CI) em um período de treinamento clínico. Por conveniência, 37 participantes foram avaliados em um pletismógrafo corporal por um fisioterapeuta especializado (FE) e um fisioterapeuta novato (FN). O Coeficiente de Correlação Intraclasse (CCI) foi utilizado para analisar a confiabilidade dos testes PIM e CI; enquanto para explorar as diferenças individuais foram usados os gráficos de Bland-Altman (gB/A). A análise CCI em três ensaios mostrou excelente confiabilidade inter-avaliadores (CCI 1°: 0,914; CCI 2°: 0,915; CCI 3°: 0,925) para o teste PIM e (CCI 1°: 0,955; CCI 2°: 0,965; CCI 3°: 0,970) para o teste de CI. No entanto, a concordância de acordo com gB/A entre os avaliadores, mostrou uma tendência sistemática com resultados absolutos mais altos para FE de 9,2 cmH2O em PIM e 0,06 L em CI, respectivamente. Os resultados sugerem que a FN adquiriu habilidades técnicas e discriminativas confiáveis para o teste PIM e CI, mas os pacientes tendem a melhorar o desempenho com um avaliador experiente. A experiência do avaliador influencia os resultados obtidos a partir da medição do PIM nos sujeitos, a formação de um FN exige a incorporação de mais habilidades para reconhecer um verdadeiro esforço.


ABSTRACT The objective of this study was to explore the impact of clinical experience on the reliability and concordance of maximal inspiratory pressure (MIP) and inspiratory capacity (IC) measurements in a period of clinical training. For convenience, 37 participants in a body plethysmograph were evaluated by an experienced physiotherapist (EF) and a novice physiotherapist (NF). Intra-Class Correlation Coefficient (ICC) was used to analyze the reliability of the MIP and IC tests; to explore the individual differences, the Bland-Altman (gB/A) graphs were used. ICC analysis in three trials showed excellent inter-rater reliability (ICC 1st: 0.914; ICC 2nd: 0.915; ICC 3rd: 0.925) for the MIP test and (ICC 1st: 0.955; ICC 2nd: 0.965; ICC 3rd: 0.970) for the IC test. However, concordance according to gB/A among the evaluators showed a systematic trend with higher absolute scores for EF of 9.2 cmH2O in MIP, and of 0.06 L in IC, respectively. The results suggest that NF acquired reliable technical and discriminative skills for the MIP and IC test, but patients tended to improve performance with an experienced assessor. The evaluator's experience influences the results obtained from the measurement of the MIP in the subjects; the formation of a NF requires incorporating more skills to recognize a sincere and maximum effort.

14.
Rev. am. med. respir ; 18(2): 100-109, jun. 2018. ilus, graf, tab
Article in English | LILACS | ID: biblio-957571

ABSTRACT

Objectives: To compare and establish the degree of agreement between the values of Maximal Inspiratory Pressure (MIP) and Maximal Expiratory Pressure (MEP) measured with a plastic mouthpiece and a scuba type mouthpiece in adults. The secondary objective was to evaluate the degree of agreement between the values calculated with the equations by Evans and Whitelaw and the maximal values attained with each interface. Materials and Method: We conducted an observational, descriptive, prospective transversal study. We carried out a consecutive, non-probabilistic sampling of Argentinian subjects aged between 18 and 69 years. We measured the MIP and MEP with a unidirectional valve system and an aneroid manovacuometer, with a plastic mouthpiece and a scuba type mouthpiece. Results: A total of 240 subjects were included and completed all the measurements with both interfaces. MEP values were higher when measured with a plastic mouthpiece compared to the scuba type (p < 0.01), with an Intraclass Correlation Coefficient (ICC) between them of 0.80 (95% CI [confidence interval]: 0.74-0.84). There were no differences in the MIP between both interfaces, with an ICC of 0.88 (95% CI: 0.85-0.91). The ICC between the equations by Evans and Whitelaw and the maximal values attained by the subjects varied from -0.15 to 0.09, showing a low degree of agreement. Conclusion: MEP values attained with a plastic mouthpiece are greater than those attained with the scuba type mouthpiece. There are no differences between both interfaces for the MIP. Evans and Whitelaw equations were not successful in predicting maximal pressures in the population under study.


Subject(s)
Respiratory Muscles , Maximal Respiratory Pressures
15.
Rev. bras. ter. intensiva ; 29(4): 466-475, out.-dez. 2017. tab, graf
Article in Spanish | LILACS | ID: biblio-899542

ABSTRACT

RESUMEN Objetivo: Conocer la incidencia acumulada y analizar los factores riesgo asociados al desarrollo de debilidad adquirida en la unidad de cuidados intensivos y su asociación con la debilidad inspiratoria. Métodos: Estudio de cohorte prospectivo en un solo centro, unidad de cuidados intensivos médico-quirúrgica polivalente. Se incluyeron pacientes adultos, que hayan requerido ventilación mecánica ≥ 24 horas entre julio de 2014 y enero de 2016. No hubo intervenciones. Se registraron datos demográficos, diagnóstico clínico y factores relacionados con el desarrollo de debilidad adquirida en la unidad de cuidados intensivos y Presión inspiratoria máxima. Resultados: Ciento once pacientes incluidos, 66 desarrollaron debilidad adquirida en la unidad de cuidados intensivos, con una incidencia acumulada del 40,5% en 18 meses. El grupo con debilidad adquirida en la unidad de cuidados intensivos presentó mayor edad (55,9 ± 17,6 versus 45.8 ± 16.7), además de más días con ventilación mecánica (7 [4 - 10] versus 4 [2 - 7,3]), más días en unidad de cuidados intensivos (15,5 [9,2 - 22,8] versus 9 [6 - 14]). Hubo más pacientes con delirio (68% versus 39%), con hiperglucemia > 3 días (84% versus 59%); y con balance positivo > 3 días (73,3% versus 37%). Todas las comparaciones fueron significativas con p < 0,05. La regresión logística múltiple identificó a la edad, la hiperglucemia ≥ 3 días, el delirio y la ventilación mecánica > 5 días como predictores independientes para debilidad adquirida en la unidad de cuidados intensivos. La presión inspiratoria máxima baja se asoció a debilidad adquirida en la unidad de cuidados intensivos (p < 0,001) y el punto de corte presión inspiratoria máxima < 36cmH2O obtuvo una sensibilidad y especificidad del 31,8% y 95,5% para clasificar al grupo con debilidad adquirida en la unidad de cuidados intensivos. Conclusión: La debilidad adquirida en la unidad de cuidados intensivos es una condición con un alta incidencia en nuestro medio. El desarrollo de debilidad adquirida en la unidad de cuidados intensivos se asoció a la edad, delirio, hiperglucemia y la ventilación mecánica > 5 días. La presión inspiratoria máxima ≥ 36cmH2O demostró un alto valor diagnóstico para descartar la presencia de debilidad adquirida en la unidad de cuidados intensivos.


ABSTRACT Objective: This paper sought to determine the accumulated incidence and analyze the risk factors associated with the development of weakness acquired in the intensive care unit and its relationship to inspiratory weakness. Methods: We conducted a prospective cohort study at a single center, multipurpose medical-surgical intensive care unit. We included adult patients who required mechanical ventilation ≥ 24 hours between July 2014 and January 2016. No interventions were performed. Demographic data, clinical diagnoses, the factors related to the development of intensive care unit -acquired weakness, and maximal inspiratory pressure were recorded. Results: Of the 111 patients included, 66 developed intensive care unit -acquired weakness, with a cumulative incidence of 40.5% over 18 months. The group with intensive care unit-acquired weakness were older (55.9 ± 17.6 versus 45.8 ± 16.7), required more mechanical ventilation (7 [4 - 10] days versus 4 [2 - 7.3] days), and spent more time in the intensive care unit (15.5 [9.2 - 22.8] days versus 9 [6 - 14] days). More patients presented with delirium (68% versus 39%), hyperglycemia > 3 days (84% versus 59%), and positive balance > 3 days (73.3% versus 37%). All comparisons were significant at p < 0.05. A multiple logistic regression identified age, hyperglycemia ≥ 3 days, delirium, and mechanical ventilation > 5 days as independent predictors of intensive care unit-acquired weakness. Low maximal inspiratory pressure was associated with intensive care unit-acquired weakness (p < 0.001), and the maximum inspiratory pressure cut-off value of < 36cmH2O had sensitivity and specificity values of 31.8% and 95.5%, respectively, when classifying patients with intensive care unit-acquired weakness. Conclusion: The intensive care unit acquired weakness is a condition with a high incidence in our environment. The development of intensive care unit-acquired weakness was associated with age, delirium, hyperglycemia, and mechanical ventilation > 5 days. The maximum inspiratory pressure value of ≥ 36cmH2O was associated with a high diagnostic value to exclude the presence of intensive care unit -acquired weakness.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adult , Aged , Respiration, Artificial/methods , Inhalation/physiology , Muscle Weakness/epidemiology , Intensive Care Units , Time Factors , Logistic Models , Incidence , Prospective Studies , Risk Factors , Cohort Studies , Age Factors , Critical Care , Delirium/epidemiology , Maximal Respiratory Pressures , Hyperglycemia/epidemiology , Middle Aged
16.
Rev. chil. enferm. respir ; 33(1): 21-30, mar. 2017. ilus, graf, tab
Article in Spanish | LILACS | ID: biblio-844393

ABSTRACT

Maximum inspiratory pressure (MIP) has been used as an indicator of inspiratory muscle strength. Nevertheless their values show a high variability (~20%). The aim of this study was to determine the MIP, according to three protocols in young subjects. An observational cross-sectional study was carried out on a convenience sample of 60 students, 30 men (19.2 ± 0.81 years-old) and 30 women (19.17 ± 0.91 years-old). MIP was evaluated according to the protocol defined for each group of 20 participants of both genders: Group 1: American Thoracic Society/European Respiratory Society (ATS/ERS); Group 2: Learning; Group 3: Warming. For the analysis we used descriptive and inferential statistics, a p value < 0.05 was considered significant. No differences in MIP were found for the three best averages between groups (p = 0.078). When comparing the total performance of MIP replicates G3 was higher than G1 and G2 (p <0.0001). The coefficient of variation was higher in G2. It is concluded that the warming protocol (G3) could mitigate the effect of learning.


La presión inspiratoria máxima (PIM) ha sido utilizada como indicador de fuerza de la musculatura inspiratoria. No obstante sus valores presentan gran variabilidad (~20%). El objetivo del estudio fue determinar la PIM, según tres protocolos en sujetos jóvenes. Se realizó un estudio observacional de corte transversal en una muestra por conveniencia de 60 estudiantes, 30 hombres (19,2 ± 0,81 años) y 30 mujeres (19,17 ± 0,91 años). Se evaluó la PIM según el protocolo definido para cada grupo compuesto por 20 participantes de ambos géneros: Grupo 1: American Thoracic Society/European Respiratory Society (ATS/ERS); Grupo 2: Aprendizaje; Grupo 3: Calentamiento. Para el análisis se utilizó estadística descriptiva, e inferencial considerándose significativo un valor de p < 0,05. No se encontraron diferencias de PIM de los tres mejores promedios entre grupos (p = 0,078). Al comparar el desempeño total de las repeticiones de PIMG3 fue más alto que G1 y G2 (p < 0,0001). El coeficiente de variación fue más alto en G2. Se concluye que el protocolo calentamiento (G3) podría atenuar el efecto de aprendizaje.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adolescent , Young Adult , Inhalation/physiology , Maximal Respiratory Pressures , Muscle Strength/physiology , Respiratory Muscles/physiology , Cross-Sectional Studies , Students
17.
J. bras. pneumol ; 43(1): 32-37, Jan.-Feb. 2017. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-841260

ABSTRACT

ABSTRACT Objective: To evaluate diaphragmatic mobility in relation to lung function, respiratory muscle strength, dyspnea, and physical activity in daily life (PADL) in patients with COPD. Methods: We included 25 patients with COPD, classified according to the Global Initiative for Chronic Obstructive Lung Disease criteria, and 25 healthy individuals. For all of the participants, the following were evaluated: anthropometric variables, spirometric parameters, respiratory muscle strength, diaphragmatic mobility (by X-ray), PADL, and the perception of dyspnea. Results: In the COPD group, diaphragmatic mobility was found to correlate with lung function variables, inspiratory muscle strength, and the perception of dyspnea, whereas it did not correlate with expiratory muscle strength or PADL. Conclusions: In patients with COPD, diaphragmatic mobility seems to be associated with airway obstruction and lung hyperinflation, as well as with ventilatory capacity and the perception of dyspnea, although not with PADL.


RESUMO Objetivo: Avaliar a relação da mobilidade diafragmática com a função pulmonar, força muscular respiratória, dispneia e atividade física de vida diária (AFVD) em pacientes com DPOC. Métodos: Foram avaliados 25 pacientes com diagnóstico de DPOC, classificados de acordo com critérios da Global Initiative for Chronic Obstructive Lung Disease, e 25 indivíduos saudáveis. Todos foram submetidos às seguintes avaliações: mensuração antropométrica, espirometria, força muscular respiratória, mobilidade diafragmática (por radiografia), AFVD e percepção de dispneia. Resultados: No grupo DPOC, houve correlações da mobilidade diafragmática com variáveis de função pulmonar, força muscular inspiratória e percepção de dispneia. Não houve correlações da mobilidade diafragmática com força muscular expiratória e AFVD. Conclusões: A mobilidade diafragmática parece estar associada tanto com a obstrução das vias aéreas quanto com a hiperinsuflação pulmonar em pacientes com DPOC, assim como com a capacidade ventilatória e percepção de dispneia, mas não com AFVD.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Middle Aged , Diaphragm/physiology , Dyspnea/physiopathology , Exercise/physiology , Muscle Strength/physiology , Pulmonary Disease, Chronic Obstructive/physiopathology , Activities of Daily Living , Cross-Sectional Studies , Diaphragm/diagnostic imaging , Respiratory Muscles/physiology , Spirometry
18.
Pulmäo RJ ; 24(1): 33-38, 2015.
Article in Portuguese | LILACS | ID: lil-764340

ABSTRACT

A interpretação dos testes de função pulmonar é resultado da comparação de valores obtidos com valores previstos para um determinado indivíduo. Os valores previstos são obtidos através de equações de referência, sendo estas determinadas por dados antropométricos e demográficos dos indivíduos. A presente revisão de literatura pretende identificar quais as equações referência mais utilizadas para os testes de função pulmonar, comparar estudos entre equações com ênfase nas publicações de equações de referência brasileiras.


Lung function test interpretation is based on the comparison between values measured according to the predicted values for each individual. The predicted values come from reference equations, which depend on anthropometric and demographic data of individuals. The present review aims to identify the most commonly used reference equations for pulmonary function tests, interpret comparative studies between equations and emphasizes publications with Brazilian reference equations.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Pulmonary Diffusing Capacity/instrumentation , Spirometry/trends , Respiratory Function Tests , Tidal Volume
19.
Braz. j. phys. ther. (Impr.) ; 16(6): 479-486, Nov.-Dec. 2012. graf, tab
Article in Portuguese | LILACS | ID: lil-662688

ABSTRACT

CONTEXTUALIZAÇÃO: Estudos sobre o comportamento da força muscular respiratória (FMR) em obesos mórbidos têm produzido resultados conflitantes. OBJETIVOS: Avaliar a FMR de obesas mórbidas e comparar com os valores preditos por diferentes equações matemáticas encontradas na literatura. MÉTODO: Estudo transversal realizado com 30 obesas mórbidas e grupo controle constituído por 30 eutróficas. Foram avaliadas as características antropométricas e as pressões respiratórias máximas. Foi utilizada análise visual de Bland-Altman para avaliar o viés de concordância entre as equações estudadas, considerando significativo p<0,05. RESULTADOS: As obesas mórbidas apresentaram aumento significativo nos valores obtidos de pressão inspiratória máxima (PImáx) (-87,83±21,40 cmH2O) em comparação com as eutróficas (-72±15,23 cmH2O) e redução significativa da PImáx (-87,83±21,40 cmH2O) segundo os valores previstos pela equação EHarik (-130,71±11,98 cmH2O). Quanto à pressão expiratória máxima (PEmáx), não houve diferenças nos valores obtidos entre os grupos (p>0,05), assim como não foram observadas concordâncias dos valores obtidos e previstos de PEmáx segundo as equações ENeder e ECosta. Na análise de Bland-Altman, foi observada maior validade na equação de Harik-Khan para predizer a PImáx nas obesas, já, para a predição da PEmáx, não foi possível visualizar qual das equações apresentou maior validade. CONCLUSÕES: Mulheres obesas mórbidas apresentaram maior força muscular inspiratória do que eutróficas. Das três equações utilizadas, a de Harik-Khan parece ser a mais apropriada para calcular os valores de referência das medidas de Plmáx para obesas mórbidas. Mulheres obesas mórbidas e eutróficas parecem apresentar semelhança no comportamento da força dos músculos expiratórios, entretanto esses achados são inconclusivos.


BACKGROUND: Studies on the behavior of respiratory muscle strength (RMS) in morbidly obese patients have found conflicting results. OBJECTIVES: To evaluate RMS in morbidly obese women and to compare the results by using different predictive equations. METHOD: This is a cross-sectional study that recruited 30 morbidly obese women and a control group of 30 normal-weight women. The subjects underwent anthropometric and maximal respiratory pressure measurement. Visual inspection of the Bland-Altman plots was performed to evaluate the correlation between the different equations, with a p value lower than 0.05 considered as statistically significant. RESULTS: The obese women showed a significant increase in maximal inspiratory pressure (MIP) values (-87.83±21.40 cmH2O) compared with normal-weight women (-72±15.23 cmH2O) and a significant reduction of MIP (-87.83±21.40 cmH2O) according to the values predicted by the EHarik equation (-130.71±11.98 cmH2O). Regarding the obtained maximal expiratory pressure (MEP), there were no between-group differences (p>0.05), and no agreeement was observed between obtained and predicted values of MEP and the ENeder and ECosta equations. CONCLUSIONS: Inspiratory muscle strength was greater in the morbidly obese subjects. The most appropriate equation for calculating the predicted MIP values for the morbidly obese seems to be Harik-Khan equation. There seem to be similarities between the respiratory muscle strength behavior of morbidly obese and normal-weight women, however, these findings are still inconclusive.


Subject(s)
Adult , Female , Humans , Muscle Strength/physiology , Obesity, Morbid/physiopathology , Respiratory Muscles/physiology , Cross-Sectional Studies , Mathematics , Predictive Value of Tests
20.
Colomb. med ; 43(2): 119-125, Apr. 2012. ilus, tab
Article in English | LILACS | ID: lil-659339

ABSTRACT

The Maximal Inspiratory Pressure (MIP) and Maximal ExpiratoryPressure (MEP) are global measures of the maximal strength of therespiratory muscles.Objectives:To determine the values of MIP and MEP in healthy sub-jects aged 20 years old from the urban area of Manizales, Colombiaand to correlate them with sociodemographic and anthropometricvariables.Methods:This is an observational descriptive study. The populationof the study was 203.965 healthy people from Manizales, a Colom-bian city located at 2150 meters above sea level. The sample size was308 subjects, selected using simple random sampling. The maximalrespiratory pressures were determined in the sample chosen andwere then considered according to the variables of age, gender, size,weight, Body Mass Index (BMI), and BMI classification. Finally apredictive model was created.Results:The average MIP value among the subjects of the study was75±27cmH20 and the MEP value was 96.4±36cmH20. Both avera-ges were higher in men than in women. Predictive equations wereestablished for the normal values of MIP and MEP in healthy sub-jects; the best model for MIP was the resultant one among age, gen-der and BMI classification and for the MEP among gender, weightand height.Conclusion:Maximal respiratory pressure values were lower amongthe population of Manizales than those found in international stu-dies. Gender and anthropometric characteristics (weight, height andBMI classification) are the explanatory variables that better supportthe average values of MIP and MEP in the predictive models proposed


Subject(s)
Young Adult , Muscle Strength , Respiratory Muscles , Reference Values
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